A Igreja concorda com Sánchez para regularizar mil bens não registrados

Fim do ‘cabo de guerra’ dos últimos anos após uma reunião cordial. O Governo e a Conferência Episcopal chegaram a um acordo sobre o registo de bens pela Igreja em que a Igreja admite que existem mil aqueles bens cuja propriedade não é conhecida ou correspondem a um terceiro e, portanto, abre-se o caminho para a sua regularização. O acordo foi tornado público após a reunião realizada esta segunda-feira pelo chefe do Governo, Pedro Sánchez, e o presidente da conferência episcopalCardeal Juan José Omella.

Lista de bens que a Igreja se propõe registar

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Um comunicado conjunto do Ministério da Presidência, Relações com Cortes e Memória Democrática e a Conferência Episcopal relata alguns detalhes desse pactoou, o que foi alcançado após a intensificação desde agosto do trabalho da comissão criada por ambas as partes em relação a este assunto.

O Governo enviou ao Congresso uma lista de bens não registados (registados pela primeira vez) pela Igreja Católica entre 1998 e 2015 e a Conferência Episcopal fez, segundo ambas as partes, um estudo “exaustivo” do mesmo com consultas às várias dioceses.

Vários turistas percorrem o interior da Mesquita-Catedral de Córdoba.  (EFE)

Os bens foram catalogados, divididos por diocese e verificados os processos de registro de cada um deles. A partir desse estudo pela Igreja concluiu-se que existe um conjunto de bens que considere que pertencem a um terceiro ou que não tem conhecimento da sua propriedade ou com consultas às várias dioceses.

Especificamente, reconhece-se que existem aproximadamente mil bens cujos dados foram fornecidos ao Governo pela Conferência Episcopal. Depois disso, o Executivo informará as entidades locais e os cartórios dessa informação para que possam iniciar os processos de regularização que, se for o caso, possam corresponder. Para isso, a Igreja declarou ou seu compromisso de colaborar para facilitar esses processos, segundo a Efe.

A Conferência Episcopal torna pública a lista

A Conferência Episcopal tornou pública a lista desses mil bens e garante que não vai devolvê-los porque nunca os registou como seus. Após o encontro de Sánchez com o Cardeal Omella na sede da Conferência Episcopal, o Governo informou que ambos manifestaram sua satisfação com o acordo alcançado no âmbito da comissão correspondente.

O chefe executivo Agradeceu à Conferência Episcopal a disposição no estudo para a catalogação do patrimônio, bem como o trabalho realizado pela comissão, e destacou o diálogo positivo entre ambas as instituições. A reunião contou com a presença do Ministro da Presidência, Félix Bolanos, que na semana passada já teve outra reunião com Omella em que foi abordado este tema e outros como a protecção social, abuso infantil e a implementação da lei da educação.

Em Fevereiro do ano passado, o Governo enviou ao Parlamento uma lista de 34.961 imóveis da Igreja entre 1998 e 2015 que abriram a possibilidade de reivindicações de propriedade de milhares deles. Desse total, 20.014 se referiam a templos da Igreja Católica ou dependências complementares e 14.947 não estavam relacionados a esses usos e eram terrenos, casas, lotes ou dependências.


Source: LA INFORMACIÓN – Lo último by www.lainformacion.com.

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