China não responde aos apelos do secretário de Defesa dos EUA

EPA/Kevin Dietsch

Secretário de Defesa dos EUA Lloyd Austin

As principais autoridades militares da China não responderam a várias ligações nesta semana de seus colegas americanos em meio à crise no Pacífico desencadeada pela visita da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan, confirmaram três fontes bem informadas próximas ao governo dos EUA.

Numa altura em que as forças armadas chinesas continuam a lançar mísseis de combate em manobras da Marinha e da Força Aérea nas águas em redor de Taiwan, Pequim ignora os apelos do secretário da Defesa norte-americano Lloyd Austin e do Chefe do Estado-Maior Conjunto da Exército dos EUA, general Mark Milley, relata o portal “Politico”.

– O secretário (Lloyd Austin) enfatizou repetidamente a importância de linhas abertas de comunicação com a liderança militar chinesa para que possamos evitar quaisquer erros de julgamento – lembrou Todd Bresil, secretário de imprensa interino do Pentágono.

Autoridades e analistas políticos alertam que “o silêncio da China é um movimento míope e imprudente que aumenta o risco de escalada em uma situação já tensa”.

– Se (os militares chineses) agirem de forma mais agressiva na vizinhança imediata das forças dos EUA, precisaríamos ainda mais desses mecanismos de comunicação para que possamos fornecer um ambiente operacional seguro – disse Randy Shriver, que foi o principal funcionário do Pentágono para a política dos EUA em a administração Trump. para a Ásia.

Shriver ressalta que os líderes militares dos EUA se esforçam para manter linhas de comunicação abertas, mesmo com adversários em potencial, como a China, para evitar incidentes e julgamentos equivocados que podem se transformar em conflito aberto.

A China anunciou ontem que está fechando certos canais oficiais de comunicação com comandantes militares de alto escalão dos EUA, bem como suspendendo as negociações sobre segurança marítima, mas este anúncio não se refere especificamente aos colegas americanos Austin e Mili.

– Linhas abertas de comunicação são importantes, pois ajudam a reduzir o risco de erros de cálculo e percepções. Quando você tem uma concentração de tanto equipamento militar em uma determinada área, é bom, especialmente agora, manter as linhas de comunicação abertas – disse o porta-voz da Casa Branca John Kirby e destacou que o risco de um incidente vem aumentando desde que a China intensificou suas atividades militares no Pacífico, especialmente nos mares do Leste e do Sul da China.

De acordo com o Politiko, aviões e navios chineses assediaram pilotos americanos e aliados e, em junho, eles até realizaram uma interceptação “insegura” de uma aeronave americana de operações especiais C-130.

– Acreditamos que fechar os canais de comunicação militar em qualquer nível e em qualquer medida durante uma crise é uma ação irresponsável – disse Kirby.


Source: Vesti online by www.vesti-online.com.

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