Exposição de Sebastião Salgado em Santa Monica


O fotógrafo, diretor de fotografia e fotojornalista Sebastião Salgado gostaria que soubessem que o paraíso existe.

Refere-se à floresta amazônica. Nascido em uma fazenda no Brasil, Salgado viaja pela floresta tropical desde os anos 1980 e já viajou quase 50 vezes para seu último projeto.

Para o livro “Amazônia”, da Taschen, Sebastião Salgado passou seis anos fotografando os índios e elogiando a terra, as montanhas e a água em uma série de estampas de gelatina prata em preto e branco.

A primeira exposição de obras do grande fotógrafo nos EUA está sediada em Santa Monica, na Dazinger da Fetterman Gallery em Santa Monica e é emoldurada por uma obra musical do compositor, pioneiro da música eletrônica Jean Michel Zar.

“A Amazônia que vi estava sob pressão do mundo exterior. As pessoas estavam destruindo a floresta e eu disse:“ Esta é uma história que tenho para contar. ”Esta é a minha história”, disse Salgado à Variety.

Para documentar os índios que vivem na floresta, ele trabalhou em estreita colaboração com a FUNAI, a Fundação Nacional do Índio no Brasil. É um longo processo que requer autorização para documentar as tribos que ali vivem. Ao longo dos anos, ele cultivou relacionamentos com muitas tribos. Desta vez, ele fotografou 10 etnias, entre elas Suruwaha e Yanomami.

Em uma entrevista à Variety, ele descreve suas vidas e fala sobre sua generosidade.

“Eles caçam e pescam muito e tem árvores frutíferas que não conhecemos”, diz. “Eles caminham de quatro a cinco dias em um lugar especial na floresta para uma missão de pesca. É outro modo de vida.” Ele ressalta que as várias tribos vivem na área há milhares de anos, muito antes da chegada dos colonos. Para destacar sua beleza e elegância, ele muitas vezes os mostra isolados, sem a floresta tropical ao fundo.

“18,2% do ecossistema amazônico foi perdido”, disse ele. Mas sua fotografia captura um rio e uma floresta inesgotáveis ​​cheios de animais e plantas, retratados em impressionantes imagens monocromáticas de alto contraste com enorme profundidade de campo. Nesse trabalho, Salgado elogia com novas imagens e novas histórias 82% da mata atlântica que não foi destruída.

A mostra “Amazônia” vai até o dia 13 de novembro.

Fonte: ΑΠΕ – ΜΠΕ


Source: Zougla.gr by www.zougla.gr.

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