O toque torna os robôs muito mais humanos

Para que as máquinas possam apoiar melhor as pessoas em suas vidas diárias ou durante um tratamento, elas precisam se tornar muito mais sensíveis no futuro. Os pesquisadores já estão desenvolvendo as técnicas necessárias.

Katherine J. Kuchenbecker, do Instituto Max Planck e sua equipe já está testando os primeiros robôs – um modelo chamado HuggieBot e Baxter – que são sensíveis o suficiente para serem ajudantes humanos. A chave é que as máquinas entendam as interações hápticas e, assim, melhorem a conexão entre humanos, robôs e objetos físicos. O especialista disse que eles querem criar sistemas interativos que possam realmente ajudar as pessoas.

Robôs inteligentes hápticos podem fechar a lacuna entre os mundos virtual e físico no futuro. A sensação de um abraço deve sugerir calor e segurança. Isso é o que o HuggieBot está tentando alcançar, que eles querem ensinar as pessoas a não odiarem tocar em máquinas. Alexis E. Block, o cientista-chefe do projeto, e Kuchenbecker querem que o abraço do robô tranquilize e conforte cada usuário como se estivesse recebendo esses gestos de outra pessoa.

Ao desenvolver o HuggieBot, Block e Kuchenbecker analisaram quais propriedades físicas uma máquina deve ter para fazer as pessoas se sentirem naturais e também aprender quando a sequência de movimentos termina. O HuggieBot 2.0 consiste em uma seção central, uma parte superior do corpo, dois braços robóticos industriais e uma tela que serve de cabeça, e usa uma saia roxa. Com a ajuda de sua câmera na parte superior da tela, ela detecta quando alguém está ao seu redor e inicia uma interação e tenta cortar um rosto amigável.


Para desenvolver uma sensação agradável, o objeto a ser abraçado deve ser macio, quente e de tamanho humano. O robô deve sentir a outra parte para se ajustar à altura e postura da pessoa. Use o sensor de pressão para determinar o fim do abraço para que o movimento não se torne desconfortável e muito longo. O abraço é apenas um exemplo, claro, mas é uma parte importante dos relacionamentos íntimos e, por sua simplicidade, é muito fácil testar com voluntários, para melhorar continuamente a experiência. Em um teste, cada participante abraçou o robô oito vezes, durante o qual os pesquisadores sempre desligaram um recurso para determinar que o sensor háptico era o mais importante.

Os pesquisadores também estão trabalhando em projetos que podem auxiliar na detecção, além de desenvolver robôs baseados em plataformas comerciais e com recursos hápticos. Hera poderá ajudar crianças com autismo, enquanto Max poderá se reabilitar ou se exercitar na velhice. Hera cobre a abreviatura de haptic empathic robot, enquanto Max é baseado na abreviatura de Motivational Assistive eXercise Coach e um robô chamado Baxter com um torso humano.


Source: SG.hu Hírmagazin – IT/Tech by sg.hu.

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