Reforma Escrivá atinge 94% dos baby boomers sem economia suficiente


A reforma previdenciária elaborada pelo Ministro da Inclusão, Previdência Social e Migração, Jose Luis Escrivá, que na terça-feira anunciou o lançamento, em meados do próximo ano, de um fundo de emprego público, que será alimentado com pelo menos meio ponto das contribuições dos trabalhadores, preocupações, e muito, a maior geração, aquela nascida entre 1958 e 1977. O ‘baby boom’, que terá que se aposentar nas próximas duas décadas depois de anos contribuindo e com altos salários em busca da pensão máxima, não confiam que o benefício futuro será equivalente ao seu esforço.

Os cortes virão através do penalidades de retirada antecipada, já planejado para o próximo ano, e o fator de patrimônio, que ainda não foi totalmente delineado, mas que levará em consideração a expectativa de vida para determinar a pensão. Junto com isso verão como seu salário é reduzido, devido à contribuição para o futuro plano de previdência, mas são poucos os que consideram que estarão preparados para enfrentar uma aposentadoria cada vez mais longa, com as pensões que restam após as reformas. Assim, mais da metade da geração baby boom, que atualmente tem entre 44 e 63 anos, carece de economias para a aposentadoria, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pensões BBVA.

Sob o título ‘Preparando-se para a aposentadoria na geração baby boom’, esta pesquisa mostra como 42% da população desta geração tem poupança, embora não seja suficiente, e apenas 6% dos consultados poderão conviver com ela, que optaram pelo investimento em habitação ou previdência. Destes aforradores, 16% têm planos de pensões individuais e, destes, dois em cada três consideram que o actual montante anual dedutível de 2.000 euros é “escasso”. Apenas 4% possuem plano de negócios e, destes, dois terços consideram adequado o valor com que podem contribuir para os seus trabalhadores (até 10.000 euros por ano), enquanto um terço o considera escasso.

Quase sete em cada dez ‘boomers’ garantem que não terão escolha a não ser se aposentar mais tarde ou receber menos pensão, algo que Escrivá já avisou

Essa baixa poupança contrasta com a preocupação com a aposentadoria expressa por ter o 66% dos baby boomers, que ainda acreditam que terão que se aposentar mais tarde ou com uma pensão menor. Essa percepção é correta, pois Escrivá já sinalizou diversas vezes que essa geração terá que trabalhar mais ou receber menos benefícios. “É curioso que, preocupados e com medo de que o sistema lhes proporcione pensões até ao fim da vida, três em cada quatro dizem que se aposentariam o mais rapidamente possível”, explica o membro do Fórum de Peritos do BBVA Instituto de Pensão Elisa Chuliá.

Essa geração “gostaria de se aposentar bem antes da idade estabelecida para obter uma pensão completa (atualmente 66 anos), numa idade que, em média e realisticamente, é de 63 anos. Eles estão preocupados com a aposentadoria, mas ansiosos para se aposentar também” , afirma o especialista, ao mesmo tempo que zela por que esta geração tenha consciência de que até agora viveu melhor que os pais, mas que se sairá pior do que eles na fase de aposentadoria.

E é que, “os ‘baby boomers’ estão muito conscientes do valor do tempo de vida que lhes resta, pelo que querem dedicá-lo ao que mais gostam, que nem sempre está relacionado com o trabalho,” ele diz. A grande maioria dos entrevistados (88%) considera necessário garantir o poder de compra das pensões, conforme previsto no projecto lei de reforma da previdência apresentado pelo Governo.

47% dos nascidos entre 1958 e 1977 não estão dispostos a pagar mais impostos para conseguir uma pensão maior e acreditam que outros itens deveriam ser cortados

Porém, 47% deles afirmam “não estarem dispostos a pagar mais impostos para efetivar essa garantia”, portanto, se necessário, acreditam que outros itens teriam que ser cortados, mas não a proteção social ou ambiental. A geração ‘baby boom’ constitui um grupo populacional muito grande (13,3 milhões de espanhóis e 1,4 milhão de estrangeiras) e no qual a proporção de mulheres que trabalham por conta de outrem é maior do que em qualquer outro período da história do Brasil.

Mas também porque os seus membros tiveram, em termos gerais, longas carreiras profissionais com salários relativamente elevados, o que implica pensões mais elevadas, que terão de ser financiadas com contribuições de muito menos gerações. O Instituto de Pensões BBVA realizou este levantamento virtualmente a 3.391 espanhóis residentes no território nacional peninsular e insular da referida geração.


Source: LA INFORMACIÓN – Lo último by www.lainformacion.com.

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