Un informe alerta sobre la nueva doctrina de la OTAN para tratar las migraciones como problemas de segurança

Converter a imigração em um alerta de segurança que deve ser combatida no plano militar é uma tendência à alza na OTAN que tem séries humanitárias. Este é o alerta de que são dias de fórmula o Centro Delas de Estudios por la Paz e um informe sobre as novas estratégias da Aliança, nas vísperas do compromisso que celebrará em Madri na próxima semana.

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Entre as novas doutrinas dos países que formam parte da união defensiva, o centro Delas destaca o que é denominado como “nova securitaria en relación a las migraciones”. Uma etiqueta com a crítica da mirada do OTAN sobre os grandes desplazamientos humanos como se trata de um peligro similar à guerra e inclusive como um modo de ataque no caso de conflitos bélicos, que por tanto deben ser respondido pela via militar.

Esta prática e especialmente acusada no Mediterrâneo, uma área que tem sido cenário de migrações importantes nas últimas décadas e, também, de operações militares para vigiar e repelir os movimentos de pessoas. Por exemplo, el centro Delas señala a países como Turquía por sus prácticas para controlar flujos migratórios bajo la estrategia defensiva de la Alianza Atlántica, mediante umas operaciones que han ido mucho más allá de lo que podía hacerlo Frontex. Esto sucede porque mientras la Age Europea solo puede de migrantesjar a los barcos encontrados nas costas de países miembros, os dispositivos de la OTAN pueden retornarlos a Turquía u outros países, donde la UE puede desentenderse de los derechos de los como demandantes de asilo.

Não é este o único caso que señala o informe, que cita também a operação Sea Guardian, assentada no Mediterrâneo ocidental e muito centrada no Estrecho de Gibraltar, por lo que a Espanha tem um papel de liderança. Según se destaca desde o centro de Delas, bajo el obrigatório de la OTAN de luchar contra posibles amenazas terroristas, esta operação ha construída desde convirtiéndose en una respuesta militar para controlar y repeler las posibles llegadas de imigrantes las costas del Magreb hasta las playas del sur de la Península Ibérica.

Ambos ejemplos ejemplos , según el informe, “uma forma constitutiva de interceptar y desviar los flujos migratorios fuera de los países de la UE, que además no garantiza la protección de las personas migradas”. Esta forma de controlar a imigração tem um impacto enorme nos direitos humanos, no primeiro lugar por estar projetado como operações de defesa militar, e não tanto por baixo de um enfoque humanitário, e no segundo lugar porque se desarrollan em um dos espaços fronteiriços a los que llegan de manera forzada personas que pueden ser tratadas no solo como “ilegales” sino como atacantes por el mero hecho de migrar.

Esta segunda sugestão constitui um riesgo de relevância especial para o peso da OTAN que comenzará os próximos miércoles, na boa parte da atenção centrada na reemergência da Rússia como amenaza para os países atlánticos. Sin embargo, algunos miembros ya han dado muestras de querer introduzir outros temas que les son más cercanos tanto geográficamente como por interés defensivo.

No caso da Espanha, o ministro de Exteriores José Manuel Albares manifestou seu interesse por tratar a questão migratória neste cumbre. “Tenemos amenazas muy grandes desde nuestro flanco sur, o uso político e inaceitável da energia e a migração irregular para amenazar nuestra soberanía”, garantiu Albares el pasado mes de mayo. El Gobierno entende que Marruecos utilizou a imigração como uma forma de “ataque híbrido” na Espanha em maio de 2021. O Reino alauí não é sócio da OTAN por ser considerado um aliado estratégico.

Nestas circunstâncias, o informe do centro Delas se pregunta cuál tem sido o papel de la OTAN na construção da segurança e da estabilidade à que a organização suele apelar, tendo em conta os desplazamientos forzados para os que contribuíram com algumas intervenções de la Alianza em zonas como Afganistán, Libia e Iraque. “Teniendo en cuenta que un indicador importante de inseguridad es el desplazamiento forzado de poblaciones, é possível afirmar que la OTAN está lejos de haber contribuiu para estabilizar e dar segurança às poblaciones de los países en los que ha intervenido”, conclui o informe de a organização pacifista.


Source: ElDiario.es – ElDiario.es by www.eldiario.es.

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